terça-feira, 11 de março de 2014

Voar













Uno as mãos e confesso
Que tenho medo
De mergulhar nos teus olhos
(profundos)
Sem antes verter uma lágrima
Um soluço
Pelo inédito do pranto

E nessa prece que não me canso
De lacrimejar sem parar
Desuno as mãos e agarro a vida
Pronta a continuar

4 comentários:

  1. Se os medos se confessam
    Num verso confessional
    E as lágrimas se vertem
    Num soluçante pranto
    Que se prenda nas mãos o poema
    Que se liberta da pena singular vida

    (...)

    Que bom (até emoção) rever-te em teu blog

    Bjo. amigo

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    1. Grata amigo Gi! Cada comentário teu é um poema, uma possível continuação do que foi dito:) Beijinhos e um forte abraço

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  2. Foi com alegria que voltei a ver o teu blogue nas "notificações recentes".

    "Uno as mãos e confesso
    Que tenho medo"

    Entre a reza e o resguardo, o gesto fala pelos nossos medos... e pelos sonhos.

    Beijinho

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  3. Olá Tereza! Grata pela tua atenção! Pois a nós cabem todas as confissões boas, más, assim assim :) Beijinho para ti!

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